O que não queremos

  • Abate de mais de 50 árvores adultas de grande porte, de entre as quais dezenas de plátanos centenários, espécie com elevada capacidade de retenção de dióxido de carbono (CO2);
  • Destruição de sombras, criando problemas de climatização que só poderão ser recuperados daqui a 15 ou 20 anos;
  • Destruição de um espaço de referência identitária de Aveiro;
  • Descaracterização do jardim enquanto espaço de conforto urbano e lazer, tornando-o de difícil acesso a idosos e crianças pois não existirão sombras;
  • Eliminação da atual capacidade de absorção de dióxido de carbono (CO2), prejudicando a saúde pública;
  • Construção de um parque de estacionamento subterrâneo e de uma praça urbana árida, com elevado risco de danos no edificado envolvente à obra;
  • Construção de uma segunda ponte sobre a eclusa e alargamento dos acessos viários na Rua da Marinha da Troncalhada pagos exclusivamente com dinheiro público, implicando a destruição parcial desta Marinha;
  • Aumento do fluxo automóvel no centro histórico da cidade, desrespeitando as boas práticas de mobilidade sustentável e dando primazia ao automóvel;
  • Redução da qualidade de vida da comunidade.